“CineAlemanha” exibe “3 Dias em Quiberon”

Goethe-Institut Salvador e Aliança Francesa Salvador promovem sessão da obra

Filme austro-franco-alemão estreado em 2018 no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim, “3 Dias em Quiberon” (“3 Tage in Quiberon”), escrito e dirigido por Emily Atef, é um drama biográfico em torno de um momento no fim da vida da atriz Romy Schneider (1938-1982), grande estrela do cinema do seu tempo. A obra será a terceira exibida no ciclo “CineAlemanha”, realizado pelo Goethe-Institut Salvador-Bahia para difundir a produção cinematográfica contemporânea da Alemanha. Esta sessão, feita em parceria com a Aliança Francesa Salvador, ocorrerá no dia 11 de julho, às 19h, no SaladearteCinema do Museu, com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). A classificação indicativa é de 16 anos.

Marie Bäumer é quem assume a tarefa de interpretar Romy Schneider. O ano é 1981, quando Romy passa três dias com sua melhor amiga Hilde Fritsch (Birgit Minichmayr) na pequena comuna bretã Quiberon, para se recuperar antes do próximo filme. Apesar de suas experiências negativas com a imprensa, a atriz concorda em dar uma última entrevista ao repórter Michael Jürgs (Robert Gwisdek), acompanhado do fotógrafo Robert Lebeck (Charly Hübner). A lendária entrevista é a base para a obra de Emily Atef, que capta a atmosfera desses dias em que a dama do cinema é surpreendentemente honesta, da depressão à animação exuberante.

O ciclo “CineAlemanha” terá um total de seis sessões, sempre na segunda quinta-feira do mês. A estreia ocorreu com o drama “Em Trânsito” (“Transit”, 2018), de Christian Petzold, em 11 de abril. Em 9 de maio, foi a vez de “Nos corredores” (“In den Gängen”), de Thomas Stuber.

 

Sinopse – No quarto de um luxuoso hotel na pequena comuna de Quiberon, na França, a atriz Romy Schneider, maior estrela europeia da sua época, concede sua última entrevista, em 1981. Em três dias de intensas conversas e sessões de fotos, dois jornalistas descobrem a natureza contraditória da entrevistada, sua exuberância, melancolia e dor.

 

CRÍTICA

“Belíssima semibiografia dirigida por Emily Atef sobre os últimos dias de vida da atriz Romy Schneider. A protagonista Marie Bäumer, que por toda sua careira sempre foi comparada fisicamente à Romy por sua semelhança assombrosa, arrasa na incorporação quase espiritual da saudosa atriz aqui retratada, e a fotografia P&B ajuda muito na imersão, artisticamente inspirada num ensaio fotográfico feito com a atriz por um famoso amigo fotógrafo antes de morrer”. Por Filippo Pitanga.

 

Sobre o Goethe-Institut Salvador-Bahia – Instituto cultural da República Federal da Alemanha, o Goethe-Institut, fundado em 1951, se dedica a fomentar o diálogo entre culturas e é a maior instituição de ensino de alemão no mundo. Atualmente, dispõe de uma rede de 159 unidades em 98 países de todos os continentes. A unidade do Goethe-Institut Salvador-Bahia foi criada em 1962 e, desde então, promove a aprendizagem da língua alemã, divulga uma imagem abrangente da Alemanha e realiza colaborações locais, nacionais e internacionais na área da cultura, com numerosos parceiros públicos e privados. É um espaço disposto ao exercício artístico-cultural, realizando ações próprias e oferecendo suporte a iniciativas de variadas espécies. Dispõe de teatro, foyer, galerias, biblioteca, ateliês, estúdios, salas de aulas, praças, pátio e café. Após mais de meio século de atividades contínuas na cidade, iniciou, em 2016, o Programa de Residência Artística Vila Sul, com a proposta de fortalecer interlocuções entre o Brasil e demais países do hemisfério Sul a partir do acolhimento de artistas e agentes culturais de diversas áreas, linguagens e origens. Mais de 60 residentes já experimentaram esta oportunidade.

 

CineAlemanha apresenta:

“3 Dias em Quiberon” (“3 Tage in Quiberon”), de Emily Atef

Gênero: Drama

Língua: Alemão com legenda em Português

Duração: 115 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

Quando: 11 de julho de 2019 (quinta-feira), 19h

Onde: Sala de arte Cinema do Museu

(Av. Sete de Setembro, 2195, Museu Geológico da Bahia – Corredor da Vitória)

Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

 

Por: Paula Berbert

 

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